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Cultura

Autores de obras literárias amapaenses prestigiam reinauguração da Biblioteca Elcy Lacerda pelo Governo do Estado

Prédio que faz parte da história do Amapá foi reaberto para a população, com celebração de novo acervo, modernidade e oportunidade de acesso democrático à literatura.

28 novembro 2025 José Maria da Silva/ Secom-GEA
Autores de obras literárias amapaenses prestigiam reinauguração da Biblioteca Elcy Lacerda pelo Governo do Estado
Professor e escritor Paulo Guerra, destaca importância do acervo virtual literário na Biblioteca Elcy Lacerda

A reinauguração da nova Biblioteca Pública Elcy Lacerda pelo Governo do Amapá, um espaço cultural e de literatura, registrou a presença de escritores e autores de obras literárias, pinturas, poesias e outros. O professor doutor Paulo Guerra, de 79 anos, destacou a importância histórica e cultural amapaense iniciada nos anos de 1945, mencionando a criação da biblioteca pública.


Setor de pesquisas literárias e conveniência atualizada na Biblioteca Elcy Lacerda
Foto: Ruan Alves / GEA

Guerra, enfatiza a revitalização do local, uma obra bem planejada pela atual gestão, que agora abraça a multiculturalidade e utiliza a tecnologia para facilitar o acesso ao conhecimento e a pesquisa, sem que esta substitua a essência da biblioteca como local de leitura e estudo.

“Olha, eu vejo que a biblioteca hoje ganha, nesse processo de revitalização, uma dimensão extraordinária. Porque se a imaginarmos como uma entidade, eu diria, que provém lá de quatro séculos antes da nossa era. Ela representa todo um contexto da história da própria humanidade”, frisou.

Segundo ele, o órgão também representa esse contexto da história do Amapá, porque a existência dela se confunde com a da própria instituição politicamente organizada como território federal.


Funcionamento da Biblioteca Elcy Lacerda, será de segunda a sexta-feira, de 8h às 18h.
Foto: Ruan Alves / GEA

Já o autor de vários livros e poesias, Manoel Bispo Correa, de 80 anos, se emocionou na cerimônia ao ver as novas instalações e modernidade do local.

Bispo, membro da Academia de Letras do Amapá, faz questão de informar que desde os 16 anos teve contato com as escritas, quando escreveu o primeiro poema, e desde então não parou mais, se dedicando a cultura, escrevendo, cantando e pintando. 

“Eu aceito a modernidade e concordo com a tecnologia quando se trata de livros de papel e digitais. Na verdade, eu nem sei se as pessoas preferem os livros físicos ou eletrônicos, mas que bom que um espaço como esse tem diversas opções para todos”, enfatizou.